sexta-feira, 30 de março de 2012


TEMA 4. Você estará recebendo por e-mail o documento "Transtornos Globais do Desenvolvimento" e dois trechos do filme "Meu filho, meu mundo." A finalidade  é conhecer um pouco sobre o assunto, que diga-se de passagem é complexo.
A partir da leitura na escola com seus colegas,  façam uma síntese de suas primeiras impressões sobre o assunto e comente no blog. Leia também o que os outros cursistas postaram e faça comentários.(1ª atividade)
 Em um segundo momento, elaborem no grupo escola, pelo menos cinco questões referentes ao tema tratado, as quais serão encaminhadas a um especialista.
Encaminhe o trabalho  para o e-mail do curso educacaoinclusivasme@gmail.com. (2ª atividade).
Período de realização das atividades: 18 de maio  a 01 de junho de 2012.
Bom trabalho a todos!!!

107 comentários:

  1. Hoje em dia é comum vermos diversos tipos de pessoas sendo discriminadas: gays, negros, ateus, evangélicos, judeus, pobres, altos, baixos, magros, gordos, e muito mais. A sociedade criou um padrão. Mas quem disse que para Deus isso existe? Deus não tem cor. E somos todos filhos d'Ele: IGUAIS.
    O desafio de se conviver com as diferenças é um desafio inerente a todo ser - humano. Para se criar, crescer e aprender, todo indivíduo precisa que outra pessoa lhe ensine as práticas da vida como comer, andar, falar,etc. Nenhum ser humano é uma "ilha" para viver isolado do resto mundo, portanto conviver com outros seres humanos se faz necessário, surgindo então o desafio de se conviver com as diferenças, haja vista que não existe uma pessoa igual à outra, cada indivíduo é único no universo.
    É certo que o desafio de conviver com as diferenças é uma tarefa árdua, mas precisa ser encarado como uma necessidade humana, pois ao respeitar o próximo, certamente abriremos espaços para que as nossas diferenças também sejam respeitadas, ao entender e compreender o outro abrimos uma porta para que a outra pessoa também tente nos entender e compreender.
    É preciso que entendamos que cada pessoa tem o seu jeito, as suas particularidades o que a torna diferente das demais pessoas, portanto essa pessoa não é obrigada a ver a vida da mesma maneira que nós. O outro tem o direito de ver a vida, e enxergar situações de uma maneira diferente da nossa.
    As pessoas de sucesso que conseguem consolidar relacionamentos sólidos e duradouros são aquelas que têm facilidade para entender o outro como um ser diferente e que, portanto precisa ser aceito e respeitado. Quando aprendermos a entender o outro como um ser que tem gostos, experiências e sentimentos peculiares, que são diferentes, mas não menos nobres e importantes do que os nossos. Quando aprendermos a enxergar o outro como um ser diferente, mas especial, teremos então um mundo mais justo, igualitário e com menos violência, e conseqüentemente pessoas mais felizes.
    Na sociedade inclusiva não somos todos iguais, mas celebramos nossas diferenças!
    Heloisa M. de Barros Gomes

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    1. Bela reflexão cara cursista. Tenho certeza que após o recebimento do material acima citado ela será complementada. aguardarei nova postagem.

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    2. Bom dia,Heloisa! Gostei de sua colocação! Realmente devemos respeitar a todos, não importa a diferença que eles apresentem, pois somos todos filhos de Deus e nos tornamos especiais devido as diferenças que cada pessoa apresenta.
      Lendo sua colocação, refleti sobre nossa sociedade e como ela é movida por "risos". Sempre procuram observar as diferenças dos outros para que a mesma seja motivo de divertimento para os demais.

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  2. O assunto sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)é muito complexo, pois este pode manifestar-se de várias maneiras, e só com uma visão apurada sobre o assunto é que o professor pode identificá-los. Sabe-se que as crianças com TGD apresentam muitas diferenças e merecem atenção, tanto na área de interação social, comunicação e devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária. O professor deve identificar as características gerais da TGD, investir em suas potencialidades e fazer ajustes nas atividades, e ainda contar com a ajuda de um profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Crianças com TGD procuram pessoas que sirvam de "Ancora", sejamos essa âncora para que a mesma possa desenvolver plenamente. "É preciso muita paciência, preseverança, e não desistir jamais".

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    1. Concordo com você Eloisa o assunto TGD é muito complexo, que nos profissionais da educação temos que fazer reajuste para que essas crianças se sintam bem e que encontre em nos um porto seguro.

      Maria Benedita
      CEIM ITABERA

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    2. Exatamente, eles precisam sentir confiança em nós, aí está a importância do cuidado durante nosso fazer.

      Nilce Regiane Camargo
      CEIM Vila Dom Sílvio

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  3. Necessário incentivar os colegas na defesa do aluno e no fortalecimento da aceitação deste aluno com TGD dentro da escola, em todos os espaços de sua escola. Dinâmicas de reflexão e discussão sobre respeito as diferença em sala de aula são importantes nesse caso. É necessário discutir com a turma as possibilidades e as dificuldades de cada sujeito, e clarificar que, algumas das dificuldades são mais visíveis do que as outras, mas estas podem ser ultrapassadas se agirmos num coletivo de ajudas mútuas.
    Como o aluno com TGD apresenta maneiras e modos de peculiar diferenciação na relação, na comunicação e no comportamento, torna-se essencial que encontre uma referência, um porto seguro,no qual consiga obter a segurança necessária para estar em sala de aula.Os professores do aluno com TGD necessitam estabelecer, junto ao aluno, o papel de mediador das relações e da construção de conhecimento. Em conjunto com outros profissionais da escola, com a família do aluno. É necessário cuidar para que as estratégias e os recursos utilizados, bem como as intervenções verbais, favoreçam que o aluno consiga, gradativamente, à medida que for se sentindo mais seguro,buscar reorganizar-se, criar formas de se relacionar, de se expressar e se comportar nas diferentes situações.
    O professor não pode se esquecer que o aluno demonstrará o seu aprendizado de maneira diferenciada e ímpar e que o porto seguro do aluno em sala de aula é o professor .

    Maria Benedita
    CEIM ITABERA

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  4. Maria Benedita você sintetizou tudo com esta frase: "Necessário incentivar os colegas na defesa do aluno e no fortalecimento da aceitação deste aluno com TGD dentro da escola,...". Isso é trabalhar a inclusão, respeitar as diferenças e principalmente entender o outro como um ser diferente, mas especial, então teremos um mundo mais justo, igualitário e com menos violência.
    Heloisa Barros.

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  5. De acordo com o que foi abordado nos estudos anteriores sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento, podemos concluir que trabalhar com as Condutas não é um trabalho Simples,mas complexo, pois,o professor, em si, precisa dispor de recursos, métodos para trabalhar com os alunos, de forma abrangente,que atraia seu aluno e o insira em sua turma,própria de sua idade. Contudo, não serão as dificuldades que abalarão o profissional, uma vez que é seu dever a inclusão e ainda, a luta contra o preconceito, até muitas aquele que já veio da própria família.
    Mas o profissional não está sozinho, ele deve contar com a ajuda de outros profissionais especializados nesta área que transmitem-lhe maneiras para trabalhar com a inclusão, conscientização, entre outros.

    Nilce Regiane Camargo
    CEIM Vila Dom Sílvio

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    1. Regiane,você esta certissima quando diz que nós professoras ,devemos não nos deixar abalar com as dificuldades e sim fazer acontecer a inclusão tão necessaria em nossa escola.

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    2. Boa tarde Regiane! Gostei muito da sua colocação e ressalto quando você diz que o TGD é mesmo um trabalho complexo, onde o professor precisa buscar recursos, métodos para trabalhar com esses e os demais alunos, envolvendo principalmente a socialização, enfim tudo se mostra muito bonito e fácil no papel, mas a realidade só é mesmo contestada quando o professor tem esse aluno e precisa de uma forma geral buscar todos os possíveis subsídios para fornecer um ambiente estimulador e adaptado proporcionando uma melhor aprendizagem para a sala.

      Ana Priscila Bego Pereira
      CEIM Itaberá

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    3. Ana Priscila você cita que “o professor que tem aluno com TGD precisa de uma forma geral buscar todos os possíveis subsídios para fornecer um ambiente estimulador e adaptado proporcionando uma melhor aprendizagem a ele e para a sala”, certo. Eu acredito que além disso, o professor deve receber todo apoio necessário no que for preciso, pois na maioria das vezes como você também comentou, é tudo lindo e perfeito falar de inclusão, mas o que muitos não vêem é o trabalho duro e desvalorizado que fica na maioria das vezes sem apoio necessário para esta inclusão.

      Luciane M. Almeida
      CEIM Itaberá

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    4. Acredito que são as dificuldades que nos tornam mais fortes, que aprendemos bem, pois é a hora de provarmos para que estamos em nosso lugar, honrá-lo e exercê-lo da melhor forma possível.

      Michelli Salgado
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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  6. Na primeira atividade pudemos conhecer um pouco a mais sobre os Transtornos Globais do Desenvolvimento, pudemos ler a respeito de alguns casos e ganhamos dicas de como analisar e como trabalhar com os alunos. E ainda, foi tocado num assunto bem conflituoso: o preconceito, que é um grande intensificador de problemas, na educação principalmente, um fator, que gera conflitos e ainda, a exclusão.
    No entanto, foi apontado mensagens para melhor trabalharmos e lutarmos contra estes conflitos que atrapalham ao trabalharmos a questão dos Transtornos. Aprendemos, ainda,a lidar com as diferenças,valorizando-as, sem deixar o preconceito tomar conta de nosso ambiente de trabalho.

    Tereza Macedo
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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  7. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento passou a ser levado em consideração nos nossos trabalhos, principalmente,a partir, do início do curso de inclusão, onde pudemos conhecer mais especificamente alguns casos, e ainda ganhamos uma série de dicas de como lidar com as Condutas, na escola, acrescento ainda, que com este primeiro estudo, voltamos a nos debater com o preconceito, tão intenso em nosso dia-a dia,que é tido como um desafio a enfrentar no que diz respeito ao tocante das "diferenças", pois estas, no mundo em que vivemos são motivos de discriminação,o que leva a exclusão.
    Contudo, como a Tereza bem mencionou, no final desta primeira etapa, pudemos refletir sobre nosso trabalho e a partir daí, pudemos aspirar melhorias em nosso campo, e procurar ajuda e ainda, intensificar nosso trabalho que visa a inclusão e valorização de cada sujeito e suas particularidades.

    Maria Creuza
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    1. Maria Creuza voc~e mencionou os cursos, e eu também vejo uma solução bastante eficaz para buscarmos mais conhecimentos e como lidar om o desafio acabando com o preconceito que exclui a Inclusão.

      Alexandra Cristina Ferreira Silva
      CEIM Itaberá

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  8. De acordo com os textos, palestras pude perceber que por mais prática educacional que estamos envolvido, é preciso aprofundar muito neste tema da educação inclusiva pois,se trata de muitas observação,conhecimento sobre os fatores apresentado nas crianças e vai depender de muita atenção,trabalhos diretamente ligado a estas condutas,tanto para as crianças como para as famílias destas,para que não transforme em situações de preconceito no meio em que esta criança está envolvida.

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  9. Silvia Cristina de Barros Gomes23 de maio de 2012 às 23:07

    O principal desafio que têm os professores e profissionais que trabalham com crianças que apresentam Transtornos Globais do Desenvolvimento é ajuda-las a adquirir confiança em si mesma, a acreditar nas suas capacidades e potencialidades. Muitas vezes focamos somente em torno da sua imaturidade, como não seguem instruções, a forma como se movimentam na sala e como não terminam suas tarefas. Não existe uma receita única, pois aceitar as diferentes formas de sentir, agir e aprender dessas crianças é um ponto básico na educação. Sendo assim devemos compreender que as pessoas aprendem de diferentes modos e que devemos observar que estratégias mais adequadas para trabalhar. É preciso saber como dar um feedback e decidir como e quando intervir em cada situação. Ter apoio de uma equipe especializada para que exista troca de informações é de suma importância nesse trabalho, pois quanto mais proporcionarmos a integração dessas crianças em todo esse processo de aprendizagem, maior será sua possibilidade de reconhecer suas capacidades e carências.

    Silvia Cristina
    EMEI "Arco-Iris"

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    1. Exatamente Sílvia, principalmente precisamos saber as necessidades de nossos alunos para partirmos ao nosso trabalho, para que possamos integrá-los da forma correta.

      Maria Creuza
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    2. Concordo com vc Silvia em gênero, número e grau...o principal desafio do profissional educador que trabalha com crianças que apresentam TGD, é ajudá-las a adquirir confiança nelas mesmas, acreditando em suas capacidades e potencialidades.
      Heloisa Barros.

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    3. Olá Sílvia, gostei muito da sua reflexão, também acredito que é importante inspirar confiança nos alunos, para assim eles mesmos acreditarem nas suas capacidades e desenvolvam suas potencialidades e habilidades e num mundo tão diversificado cada um tem uma maneira de sentir, agir e aprender, sendo a compreensão que cada criança tem seu tempo de aprendizagem, seu ritmo, faz com que os profissionais que têm essa concepção se destaquem ente os melhores, pois não vai focar no que o aluno deixa de fazer, mas sim naquilo que pode realizar.
      Luiz Henrique de Melo
      Oficina Pedagógica

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    4. Ola Silvia!Concordo com você e em tudo que diz na sua reflexão.Precisamos ajudar as crianças a adquirirem confiança em si e nas suas capacidades e potencialidades e para tal precisamos também acreditar no nosso potencial e buscar formas de compreender o que essa criança precisa e em que poderemos contribuir.Todo desafio deve ser visto como uma maneira de aprendizado e crescimento ,afinal como você bem disse “não existe uma receita pronta “...
      Marisa Cristiano Lima,EMEI “Arco-Íris”

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    5. Silvia Cristina concordo plenamente com sua opinião, de que não existe uma receita unica, e sim um trabalho e apoio de equipe especializada, troca de informações no que diz respeito ao trabalho com crianças portadoras de TGD.

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  10. De acordo com aquilo que estamos estudando no curso Educação Inclusiva, pudemos perceber que precisa-se ainda de muitos estudos de conscientização, mudar algumas práticas de ensino e ainda, trabalhar a fim da inclusão, ter a diferença não como um problema, mas como uma diversidade.
    Para isso precisamos de um trabalho mais coletivo, a fim de trocas de opiniões, mais participativo contando com a família e mais crítico e reflexivo, para nunca cairmos em comodismo e adaptarmos as necessidades de nossos alunos.

    Michelli Salgado
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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  11. Pudemos perceber durante nossos estudos e conversas que trabalhar com crianças que apresentam Transtornos Globais do Desenvolvimento(TGD), não é fácil. Por isso devemos nos preparar, estudando, esclarecendo duvidas com especialistas, etc.
    Nós professores devemos estar cientes da responsábilidade que temos com relação as crianças, principalmente as que apresentam necessidades especiais.
    Sozinho é mais difícil de se trabalhar,porém com o amparo dos colegas de serviço e dos especialistas,conseguimos vitórias. O mais importante é amar nossas crianças porque amando procuramos o melhor para elas, que são: melhores estratégias, recursos diversificados, ambientes adequados e outros.
    Luciane Aparecida Lobo Santucci
    EMEI"Arco-Íris"

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    1. eu como ninguem sei o quanto é dificil para o professor ter alunos que apresentam algum tipo de necessidades especiais.por isso que nunca é demais estudar ,buscar alternativas e procurar tirar todas as duvidas para que o nosso trabalho como professor não seja em vão.Concordo com você luciane quando diz , sozinho é dificil de se trabalhar,pois ha aquele ditado que diz "uma andorinha sozinha não faz verão"o mais importante é amar , dedicar-se porque não existe recompensa maior, quando uma criança te diz,professora eu adoro você.

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    2. Elis Angela Cardoso1 de junho de 2012 às 22:16

      Luciane concordo ao se referir que o mais importante é amar nossas crianças, pois devemos ama-las e tudo que pudermos fazer por eles, que façamos da melhor forma possível,por isso que acredito que buscar,estudar, acreditar, ter pessoas especialistas,cursos e a equipe escolar, que nos ajudem, possamos fazer um bom trabalho. Pois não tem coisa melhor que ver um sorriso no rosto de nossos alunos e saber que eles confiam totalmente em nós.
      Elis Angela Cardoso
      E.M.E.I-"ARCO-ÍRIS

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  12. Maria Carolina Ferraz24 de maio de 2012 às 13:13

    Estudando sobre a educação inclusiva, podemos perceber que ainda temos que obter mais esclarecimentos de especialistas, sobre as crianças com TGD(Transtornos Globais de Desenvolvimento),lembrando que é importante termos o amor dentro de nós e com nosso trabalho,e principalmente com nossas crianças.E ver também que diante dos olhos de Deus somo todos iguais.
    Pois nós como professores temos que estar ciente da nossa responsabilidade com nossos alunos especiais ou não.

    Maria Carolina Ferraz
    CEIM Itaberá

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  13. Alessandra P.de Paula24 de maio de 2012 às 13:19

    Devemos estar ciente do grande desafio que temos que enfrentar com nossas crianças que apresentam TGD(Transtornos Globais de Desenvolvimento), por essas e outras podemos procurar recursos para que possamos trabalhar melhor com o desenvolvimento das nossas crianças.Lembrando que, o amor e o respeito com o próximo são os principais artifícios que temos,pois no mundo ninguém é igual a ninguém, e precisamos aprender a conviver com diferente.
    Mas perante Deus somos todos iguais.

    Alessandra P. de Paula
    CEIM Itaberá

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    1. Bem isso Alessandra, o respeito é algo indispensável, pois, não há como viver bem sem respeitarmos ao próximo e a nós mesmos,pois muitas vezes tomamos atitudes que atingem a nós mesmos.O respeito é sinal de aceitação, de amor, de ser uma pessoa humana.
      "...Respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver."
      Clarice Lispector



      Tereza Macedo
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    2. Concordo plenamente com você Alessandra só com amor e respeito, podemos construir uma sociedade mais igualitária na qual todos os indivíduos possam fazer parte, independentemente de suas peculiaridades.


      Glaucia D F Otani
      CEIM Itabera

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  14. Devemos estar preparados para enfrentar as diferenças, os desafios que a vida nos coloca, não devemos jamais rotular um criança, ela deve ser tratada sempre como as outras “ normais”, devemos sim fazer a diferença, fazer com que esse criança sinta como as outras, como fazer isso ? amando-o, demonstrando atenção e carinho ................ ai com certeza acontecerá a diferença, isso é ser diferente. ACREDITAR É MAIS QUE OFERECER É TRANSFORMAR.

    Rosenéia
    CEIM - Itaberá

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  15. O professor tem que ter percepção para analisar esses casos, pois é de suma importância na vida de uma criança o amor e a dedicação, pois trabalhar com as diferenças não quer dizer trabalhar diferente com tal criança, mas fazer a diferença, fazer com que essa criança interaja com os outros, estimulá-lo e faze-lo sentir igual a todos, respeitando-o e trabalhando olho no olho, pois o olhar diz tudo, nunca desanimar, nunca rotular para as amigas e acreditar que a cada dia com a força de vontade de ambas as partes tudo se transformará.
    LUCILEI DE FREITAS NUNES ALMEIDA
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    1. Alessandra P.de Paula25 de maio de 2012 às 12:07

      Boa tarde Lucilei, concordo com você quando diz que trabalhar com as diferenças não quer dizer trabalhar diferente com tal criança, mas sim fazer a diferença, fazer com que essa criança se interaja com os outros, respeitando-a e fazendo-a sentir igual aos outros, sem rótulos.

      Alessandra P. de Paula
      CEIM Itaberá

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  16. Maria de Lourdes Silva24 de maio de 2012 às 22:24

    Nos estudos já desenvolvidos sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento pudemos observar o quanto é complexo este trabalho, já que o preconceito, devido a não aceitação das diferenças, atrapalha na inclusão e no trabalho do dia-a-dia. No entanto, o amor, a força de vontade, a determinação, o compromisso, trabalho coletivo,orientação e a especialização dos profissionais são grandes armas contra este mal que atinge nosso trabalho inclusivo.
    Maria de Lourdes
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    1. Maria Carolina Ferraz25 de maio de 2012 às 12:18

      Boa tarde Maria de Lourdes,concordo com você quando diz que o amor, a força de vontade e determinação com o nosso trabalho, é a base para obtermos ótimos avanços com nossas crianças no trabalho inclusivo, contando com ajuda de profissionais especializados no assunto.

      Maria Carolina Ferraz
      CEIM Itaberá

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    2. Oi Maria , sua colocação é muito interessante, pois vivemos ainda numa sociedade preconceituosa infelizmente. As armas para lutar no entanto contra essa situação seria mesmo cada uma dessas menções feitas... O AMOR, FORÇA DE VONTADE, DETERMINAÇÃO.... Armas que são poderosas, para alavancar o trabalho inclusivo.

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  17. Nós professores somos educadores de um mundo com muitas diferenças e cabe a nós ,buscar ajuda com pessoas que nos ajudem a acabar com o preconceito que existe em nosasa escolas e em todos os lugares,todo um trabalho em conjunto sera bem sucedido se cooperarmos uns com os outros ,amando e respeitando as diferenças de cada um.
    aline lacerda
    ceim dom silvio

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    1. Realmente Aline somos educadores de um mundo com muitas diferenças,temos que amar a Deus em primeiro lugar e tentar combater esse preconceito que existe ao nosso redor ou até mesmo dentro de nós, com muita luta, dedicação e amor, pois o mundo foi feito para todos, e o trabalho coletivo supera qualquer diferença, desde que seja realizado com respeito e harmonia.
      LUCILEI DE FREITAS NUNES ALMEIDA
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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  18. Mesmo o Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) sendo um assunto bem evidente ainda é pouco o que se sabe sobre esse assunto, tais como: os principais transtornos do desenvolvimento, os sintomas, se há cura/tratamento, quando que surgem, enfim muitas duvidas que com certeza permeiam na cabeça de muitos profissionais da Educação quando se depara com um aluno que necessita desse olhar a mais, visto que estudos apontam que através de diagnósticos mesmo sendo "temporário" indicam que aparecem em crianças abaixo dos 5 anos. Portanto, isso nos remete a pensar o quanto complexo mesmo é esse tema, e quão grande é a chance de depararmos na Educação Infantil um aluno com TGD.

    ANA PRISCILA BEGO PEREIRA
    CEIM Itaberá

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    1. Com certeza Ana Priscila, acredito que ainda se sabe pouco sobre um assunto bem complexo, temos que nos aprofundar mais, ter cursos com especialistas na área, enfim se preparar mais, para que futuramente possamos receber esse aluno com TGD é ter todas as estruturas possiveis para realizar um bom trabalho, incluindo a todos.

      Elizete Amaral
      CEIM Itaberá

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    2. Realmente Ana Priscila, sabemos muito pouco para algo tão complexo. Palestras, cursos seria algo importante e de grande ajuda para estarmos preparados caso, venhamos receber um aluno com TGD na escola.

      Maria Angela Diniz
      CEIM Itaberá

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    3. Andreia Isabel Cardoso1 de junho de 2012 às 17:34

      COM CERTEZA ANA PRISCILA, NADA COMO O CONHECIMENTO, ATRÁVES DE PALESTRAS E CURSOS, PARA PROPORCIONAR MAIS SABERES DE COMO AGIR, QUANDO A ESCOLA RECEBE UM ALUNO COM TGD.

      ANDREIA ISABEL CARDOSO
      CEIM ITABERÁ

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  19. Ainda se sabe muito pouco sobre o TGD. Nós professores precisamos de cursos, ou seja, um respaldo maior ao deparar com um aluno assim na sala de aula. Quando imaginamos ter um aluno TGD surgem muitas duvidas de como trabalhar, como motivá-lo da melhor maneira, a vivencia com os outros alunos, a família desse aluno, enfim é realmente um tema complexo em que todos deveriam receber mais recursos para se trabalhar a Educação Inclusiva.

    Luciane M. Almeida
    CEIM Itaberá

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  20. O TGD é um assunto ainda pouco explorado, mas com certeza bastante curioso, que muitos profissionais da Educação adorariam saber, estudar mais sobre esse tema. Pois quando deparamos com um aluno que necessita desse olhar a mais, notamos quanta falta faz saber, conhecer os meios e maneiras para conseguir um ambiente capaz de proporcionar grandes vivencias para todos.

    Alexandra Cristina Ferreira Silva
    CEIM Itaberá

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    1. Bem isso Alexandra, temos que nos preparar mais com cursos, e sem deixar de reforçar que toda ajuda, todo recursos nesses casos é de importantissima ajuda, para se realizar um bom trabalho com esses alunos e os demais.

      Maria Betânia Falsarella da Cruz
      CEIM Itaberá

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    2. concordo co voce alexandra temos que cada vez mais procurar saber sobre o assunto, estudar e se habilitar de como trabalhar com esses alunos e consequentemente estar apto para trabalhar com esses alunos.


      Leda Toledo
      Ceim Itaberá

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  21. O assunto abordado de TGD ainda é bastante desconhecido de muitos! Os profissionais que atuam na área de ensino precisam de muita concentração e de uma equipe que trabalhe constantemente em conjunto para se adaptar as novas realidades trazidas por esses alunos.Para que ao ingressar na escola essa criança possa se sentir segura e se espelhar no profissional que à instrui, isso facilitará seu aprendizado, uma vez que ela passa a confiar no profissional e na escola, seu processo de aprendizado se torna mais produtivo. Podendo assim interagir com mais facilidades com os demais.

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  22. Acredito que o primeiro passo para realizar um bom trabalho com crianças que apresentem Transtornos Globais do Desenvolvimento é confiança, a confiança que a criança deve sentir no professor, nos colegas e em todos que as rodeia na escola, para que sinta-se segura e tenha como um porto seguro principalmente o professor, porém de nada adianta se todos da escola tem essa consciência se não for estabelecida uma relação de ajuda mútua com a família, a qual também tem sua parcela de entendimento do caso e responsabilidade de acompanhar as atividades realizadas pelo professor e realizar um acompanhamento com especialistas fora da escola e se possível além da colaboração dos pais estabelecer parcerias com secretarias da saúde, assistência social e outros, afim de que unindo conhecimento elaborar práticas em que todos saiam satisfeitos.
    Luíz Henrique de Melo
    Oficina Pedagógica

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    1. É bem isso Henrique, o professor sozinho não ocnseguirá resolver o problema da criança com TGD, ele precisará da ajuda da equipe escolar, dos pais e principalmente de profissionais da área específica, como: fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogos, psicopedagogos, psiquiatras, neurologistas, etc, dentre outros.

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    2. É bem isso Henrique, o professor sozinho não conseguirá resolver o problema da criança com TGD, ele precisará de ajuda da equipe escolar toda, dos pais e profissionais da área específica, como: pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, neurologistas, psiquiatras, psicopedagogos,etc., dentre outros.

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    3. Maria de Lourdes Silva29 de maio de 2012 às 17:48

      Sozinhos não conseguimos fazer a força mesmo, como diz Geraldo Vandré, em sua música" Pra não dizer que não falei das flores"


      Caminhando e cantando
      E seguindo a canção
      Somos todos iguais
      Braços dados ou não
      Nas escolas, nas ruas
      Campos, construções
      Caminhando e cantando
      E seguindo a canção

      Vem, vamos embora
      Que esperar não é saber
      Quem sabe faz a hora
      Não espera acontecer

      Pelos campos há fome
      Em grandes plantações
      Pelas ruas marchando
      Indecisos cordões
      Ainda fazem da flor
      Seu mais forte refrão
      E acreditam nas flores
      Vencendo o canhão

      É uma canção que nos faz ganhar ânimo e irmos a luta.Luta esta por um mundo mais democrático,mais justo e igualitário; ganharmos incentivo para trabalhar em prol da formação de um cidadão mais crítico e mais humano!


      Maria de Lourdes
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    4. Exatamente é preciso juntos batalharmos para conseguirmos vencer muitos obstáculos.Precisamos,por exemplo, termos paciência, força, fé e esperança.

      SANDRA AMARO
      CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    5. e isso cara amiga como diz o trecho da canção:
      Caminhando e cantando
      E seguindo a canção
      Somos todos iguais
      Braços dados ou não
      Nas escolas, nas ruas
      Campos, construções
      Caminhando e cantando
      E seguindo a canção,pois juntas em uma unica luta igualitária poderemos sim vencer a todos preconceitos existente em nossa sociedade.erica oliveira CEIM VILA DOM SILVIO

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  23. Sabemos que as crianças com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)apresenta uma forma diferenciada de perceber o mundo, de compreendê-lo e de se inserir no contexto escolar/social. Para ajudar esses alunos precisamos ter um olhar acolhedor, observador, estimulando, valorizando e principalmente conhecer seu mundo, pois as diferenças precisam ser reconhecidas como especialidade e não como desvio do modelo normal.
    Cecilia Alves Proença EMEI"Arco-Iris"

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    1. Bem isso mesmo Cecília, para ajudar esses alunos precisamos ter um olhar acolhedor, observador, estimulando, valorizando e principalmente conhecer seu mundo, pois as diferenças precisam ser reconhecidas como especialidade e não como desvio do modelo normal.
      Eliete Gomes Machado Gil
      EMEI “Arco-Íris”

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  24. Educar e incluir um aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento é uma tarefa árdua que necessita de apoio, seja do professor acolhedor, estimulador a profissionais especializados na área para direcionar a melhor forma de proporcionar uma educação justa, como é direito de todos. O que acontece é que muita das vezes essa interação não acontece, por falta de recursos e sendo assim, acaba que o professor acaba sendo esse profissional multifuncional.

    Elizete Amaral
    CEIM Itaberá

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    1. Com certeza Elizete não basta somente amor, mas sim apoio, ai sim com a junção dos dois é possível transformar a educação, fornecendo um ambiente capaz de suprir todas as necessidades desse aluno e dos demais.

      Emanuele Domingues Antunes
      CEIM Itaberá

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    2. Sim, eu concordo com você quando diz que falta interação,precisamos de uma atuação coletiva, uma construção de idéias em busca de um unico objetivo, ajudar nossas crianças.

      Cecilia Alves Proença
      EMEI"Arco-Iris"

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    3. Cecília, realmente precisamos de uma atuação coletiva, com um único objetivo de ajudar nossas crianças, pois quanto mais precoce trabalharmos a inclusão, maiores são as chances de promover uma educação infantil de qualidade e assegurar o direito do aluno de ser diferente.
      Silvia
      EMEI "Arco-Iris"

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    4. Concordo totalmente Elizete, com o trabalho em equipe, a troca de conhecimento, ambiente adequado, acredito que seja possível uma melhor socialização.

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  25. Transtornos Globais de Desenvolvimento, este tema é muito complexo mesmo, crianças com TGD apresentam diferenças e merecem mais atenção, mas para nós professores é muito difícil trabalhar de uma maneira diferenciada, pois dentro de uma sala de educação infantil todos precisam de atenção de diversas maneiras diferentes. Os professores precisam dispor de uma série de competências, de conhecimentos, de abordagens pedagógicas, de métodos, de materiais e de tempo. Precisam de apoio tanto dentro como fora da escola; mas, sobretudo, a atitude dos professores é considerada fator decisivo na construção da escola inclusiva. Um professor apoiado, acompanhado, estimulado, pode se tornar mais seguro, mais dinâmico, mais criativo, mais inclusivo.
    Glaucia D F Otani
    CEIM Itabera

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  26. Para incluir um aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) requer um trabalho de equipe, de recursos e de bastante conhecimento para inseri-lo de maneira correta na escola. Com amor, dedicação e bastante conhecimento é possível sim inseri-lo. Acredito que além de conhecimento e amor, o que mais preocupa é que além desse aluno, o professor tem mais alunos, todos diferentes que requerem atendimentos diferentes, e nada mais justo um ajudante para realizar esse trabalho em conjunto com o professor.

    Emanuele Domingues Antunes
    CEIM Itaberá

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    1. Boa noite Emanuele! Lendo seu comentário, achei interessante quando você diz que além de amor, dedicação é preciso conhecimento e recursos, e ter a consciência que há na sala de aula mais alunos, todos heterogêneos: um mais calmo, outro agitado, e assim por diante, que precisam de atenção diferenciado, e como você cita, nesses casos, toda ajuda é necessária.

      Filomena Tonon Cimatti
      CEIM Itaberá

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  27. É um grande desafio hoje para a Educação inserir o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), visto que a atenção, os meios, as salas super lotadas, os recursos são bem precários, e sem citar que muitos profissionais ao deparar com essa situação se se sente acuado, muita das vezes despreparados. Com o assunto da inclusão bem evidente, o olhar para esse assunto vem sendo modificado e ganhado destaque, visto que não é só a questão de inserir e sim, de proporcionar um ambiente de qualidade para esse e os demais alunos, pois o que importa é qualidade e não quantidade.

    Maria Betânia Falsarella da Cruz
    CEIM Itaberá

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  28. É um grande desafio hoje para a Educação inserir o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), visto que a atenção, os meios, as salas super lotadas, os recursos são bem precários, e sem citar que muitos profissionais ao deparar com essa situação se se sente acuado, muita das vezes despreparados. Com o assunto da inclusão bem evidente, o olhar para esse assunto vem sendo modificado e ganhado destaque, visto que não é só a questão de inserir e sim, de proporcionar um ambiente de qualidade para esse e os demais alunos, pois o que importa é qualidade e não quantidade.

    Maria Betânia Falsarella da Cruz
    CEIM Itaberá

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  29. Transtornos Global do Desenvolvimento realmente é um tema bastante complexo, mas uma realidade que precisamos aprender se não sabemos lidar, muitas características podem ser facilmente confundidas e acabamos ficando com muitas dúvidas de como agir, por isso formação é sempre necessário para entendermos um pouco mais, aprender e desenvolver um trabalho melhor.
    Edinéia Aparecida Gomes Machado
    EMEI “Arco-Íris”

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  30. Bastante pertinente ao dias atuais um estudo sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento e de fato é uma tema bastante complexo, mas precisamos nos colocar no lugar do outro, entender algumas atitudes e comportamentos para poder intervir de maneira que auxilie no desenvolvimento dessas crianças.
    Eliete Gomes Machado Gil
    EMEI “Arco-Íris”

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    1. Excelente, Eliete! Como vamos intervir de maneira correta para um bom desenvolvimento, se não entendemos o comportamento do aluno? É preciso compreendê-lo para ajudá-lo.
      Luciane Aparecida Lobo Santucci
      EMEI"Arco-Íris"

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    2. Sim Eliete é preciso entender os comportamentos, o porquê de certos comportamentos, para assim poder intervir da melhor maneira.
      Silvana Eloá de Moura
      EMEI “Arco-Íris

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    3. Oi Eliete!Concordo com você ,a intervenção correta se faz crucial .Precisamos refletir muito sobre nossa prática pois ,para intervir é preciso entender como o aluno aprende e o que faz realmente sentido para ele.
      Marisa Cristiano Lima ,EMEI “Arco-Íris”

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  31. Com o curso de Educação Inclusiva aprendi que há muita discriminação em nosso meio, inclusive na escola, cabe a nós com o apoio de especialistas e através de cursos como estes, vencer estes problemas preconceituosos e pertinentes.
    O curso nos trouxe uma solução para não ficarmos parados, e sim, para sermos críticos e agirmos mesmo em meio a tantos problemas.

    Sandra Amaro
    CEIM VILA DOM SÍLVIO

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    1. Oi Sandra boa tarde, concordo com você quando diz que precisamos de mais palestras para obtermos mais conhecimento sobre TGD, para sabermos de nossa atitudes em relação às nossas crianças.

      Célia Schimidt
      CEIM Itaberá

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  32. É complicado trabalhar com alunos que apresentam Transtornos Globais do Desenvolvimento(TGD) quando não se tem um conhecimento sobre o assunto. É por isso que se torna necessário o aproveitamento do curso. Devemos nos interessar e buscar mais informações e essa troca de experiências ou de opiniões que está sendo feita pelo blog e até mesmo entre colegas é satisfatório.
    Somente conseguiremos desenvolvimento em sala de aula, se tivermos materiais adequados e ajuda de todos, principalmente dos que trabalham conosco.
    Jovelina Laitz Barros
    EMEI"Arco-Íris"

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    1. Boa noite Lina!Sabemos que é complicado trabalhar com alunos que apresentam TGD,pois cada um tem suas particularidades, e o que você mencionou sobre o o desconhecimento sobre o assunto,é fato, nós sabemos muito pouco mesmo sobre esses transtornos, mas sabemos que não estamos sozinhas, então vamos a luta,estudar para vencer os desafios que virão e assim teremos também oportunidades de nos tornarmos pessoas melhores, mais solidárias e mais humanas.

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  33. Quando recebemos alunos em nossa sala que apresentam TGD é sempre um momento muito delicado, de muita tensão e expectativas. Quando um comportamento social se torna muito diferente do aceitável para o nosso padrão considerado "normal" estranhamos e, muitas vezes,rejeitamos.Um aluno com TGD em sala de aula requer muito mais cuidado, dedicação e é importante contarmos com uma equipe para nos apoiar, para que não nos sintamos sozinhos.Sem dizer que cada aluno apresenta suas particularidades.E parcerias,principalmente da família, são importantes para facilitar o aprendizado.Sabemos que só começamos a nossa caminhada, que é longa, mas já demos o primeiro passo.

    Márcia Gomes
    Oficina Pedagógica-SME

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    1. Olá Marcia concordo com você a respeito do cuidado, dedicação com o aluno que apresenta TGD e que é importante também contarmos com uma equipe para nos apoiar, para que não nos sintamos sozinhos.

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  34. Transtornos Global do Desenvolvimento de fato é um tema bastante complexo para entender, requer muito estudo e se aprofundar no assunto para entendê-lo, porém o primeiro passo foi dado, esse curso. É preciso tentar ao máximo nos colocarmos no lugar do outro, tentar entender como é o mundo, a percepção, os sentimentos e emoções dessas crianças para assim podermos ajudá-las.
    Silva Eloá de Moura
    EMEI “Arco-Íris”

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    1. É verdade, Silvana, nós educadores e demais profissionais da educação precisamos sim, cada vez mais nos inteirarmos e aprofundarmos neste assunto que é sim complexo, mas muito rico pois,quando a Educação começou a se massificar no Brasil, na primeira metade do século 20, crianças com deficiência ainda eram tratadas com casos de saúde; estavam fora das escolas, que foram construídas sem que se levasse em consideração as necessidades especiais que elas pudessem ter.Creio que cabe a nós uma escola sem barreiras, com criatividade, envolvimento de equipe e medidas simples para facilitar a inclusão de todos.

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  35. Hoje é um desafio para a Educação inserir os alunos com TGD, nas salas de aulas, devido as precariedades e também a super lotação das salas.
    Mas com amor, dedicação e também conhecimento é possível sim inseri-los, lembrando que o professor bem apoiado, estimulado, torna-se mais seguro e dinâmico,para seus alunos.

    Célia Schimidt
    CEIM Itaberá

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  36. Hoje é um grande desafio para a Educação inserir os alunos com TGD, nas salas de aulas, devido as precariedades e também a super lotação das salas.
    Mas com amor, dedicação e também conhecimento é possível sim inseri-los, lembrando que um professor bem apoiado, estimulado, torna-se mais seguro e dinâmico para seus alunos.

    Célia Schimidt
    CEIM Itaberá

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  37. A legislação vigente, assim aduz:

    • 1988 – Constituição Federal (art. 208, III) – direito das pessoas com
    necessidades especiais de receberem educação, preferencialmente
    na rede regular de ensino.
    • 1990 – ECA – (Lei 8069, art. 53) direito à igualdade de condições
    para o acesso e permanência na escola e atendimento especializado,
    preferencialmente na rede regular de ensino.
    • 1996 – LDB ( Lei 9394/96) assegura aos alunos com necessidades
    educacionais especiais, currículos, métodos, recursos educativos e
    organização específicos para atender às suas necessidades
    específicas.
    • 2001 – Plano Nacional de Educação – é responsabilidade da União,
    dos Estados e Distrito Federal e Municípios que implementem sistemas
    educacionais que assegurem o acesso e aprendizagem significativa
    a todos os alunos.
    • 2001 – Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação
    Básica – Endossa a necessidade de que todos os alunos possam
    aprender juntos, em uma escola de qualidade.
    Concluindo:• Educação inclusiva pressupõe que todas as crianças
    tenham oportunidades iguais de acesso, permanência e
    aproveitamento na escola independente de suas peculiaridades.

    Pensemos sobre isso!!

    Heloisa Barros - Coordenadora Pedagógica do CEIM Distrito de Toriba do Sul.

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  38. Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) é um tema muito complexo, que nos leva a refletir sobre nossas práticas educacionais, principalmente quando deparamos com um aluno na escola, não digo sala de aula, porque a partir do momento que a Escola recebe um aluno com TGD todos estão envolvidos a prol desse aluno. dentro das suas possibilidades. Portanto, acredito que cursos, palestras que tratem esse tema, om certeza nos levará a profundar mais no assunto, o que é de grande ajuda.

    Maria Angela Diniz
    CEIM Itaberá

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  39. é preciso ir mais a fundo nesse tema, nós educadores temos que ter o maximo de informações e formação profissional para atender essa clientela que cada vez mais esta inclusa em nossas escolas, temos que dar muita atenção e dedicação a esses alunos para que se sintam inseridos no grupo e que possamos desenvolver um bom trabalho que traga a familia para dentro da escola e participe do desenvolvimento do seu filho. é dentro da escola que é o melhor lugar para se combater o preconceito e as atitudes excludentes

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    1. Boa noite, Leda! É verdade, precisamos de formação profissional para atendermos essa clientela que cada vez está inclusa em nossa escola e necessita de um bom atendimento para se desenvolver.
      Jovelina Laitz Barros
      EMEI"Arco-Íris"

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    2. Onde sê lê Luciane Santucci, considera-se Lina, pois estávamos realizando as atividades no mesmo computador, então no "selecionar perfil", ficou gravado os dois nomes começados com "L". Ficamos até tarde fazendo nossos trabalhos de curso e quando a Lina foi clicar no nome dela acabou clicando no meu sem perceber.
      Luciane Aparecida Lobo Santucci

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  40. Para inserir um aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) é preciso realizar um atendimento educacional especializado, que necessita de recursos, serviços e orientação quanto a sua utilização. É importante promover acesso, participação e interação nas atividades desses alunos, garantindo seu direito. É necessário lugar adequados como mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos e de professores com formação para realizar um trabalho completo.

    Filomena Tonon Cimatti
    CEIM Itaberá

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    1. Boa noite Filomena! Achei muito importante sua colocação, pois com O preenchimento dessas lacunas de promover acesso, participação, lugares adequados, mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos e de professores com formação para realizar um trabalho completo, com certeza a escola estará preparadíssima para receber um aluno com TGD.

      Josina Elisabeth de Mello Barreira
      CEIM Itaberá

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  41. “Quando meu filho foi expulso da pré-escola, por ter mordido a bochecha de uma colega, eu pensei que fosse o fim... Eu olhava para ele e via uma infância em branco e preto, tão diferente daquela que seus irmãos tiveram... cheia de alegria, amigos e brincadeiras. Foi quando ele veio para essa escola e para a clínica. No início foi muito difícil... Quando eu o vi, dois anos depois, desfilando todo orgulhoso numa festa da escola, sorrindo e se exibindo para todos, percebi que meu filho havia mudado... Agora, ele estava brilhando como qualquer outra criança. Nunca quis nada além daquilo que todos tem direito ... escola, brincadeira, amigos ... e a possibilidade de um presente e futuro colorido para ele A.A.C, mãe de um menino de sete anos, com diagnóstico de psicose infantil (junho de 2002).” Lendo o depoimento dessa mãe, notamos o quanto a escola poderá ser fundamental para o desenvolvimento de uma criança, no caso aqui com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD). É um trabalho muito dificil que envolve e necessita de muita ajuda, recursos, mas que também para outro lado, é uma maneira de proporcionar essa criança o direito de ter acesso a sua infância, a tudo que lhe é direito. Então cabe a nós educadores, com toda força, amor, conhecimento, buscar meios e exigir direito sobre tudo que envolve o ato de ensinar, para que se possa realizar um trabalho do qual renderá bons frutos.

    Josina Elisabeth de Mello Barreira
    CEIM Itaberá

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    1. Achei a pesquisa que você apresentou muito interessante e emocionante. Realmente nos leva a refletir sobre nosso papéis nessa instituição social "A Escola". In fine achei sensacional "Então cabe a nós educadores, com toda força, amor, conhecimento, buscar meios e exigir direito sobre tudo que envolve o ato de ensinar, para que se possa realizar um trabalho do qual renderá bons frutos." parabéns pela colocação.

      Heloisa Barros Coordenadora do CEIM Distrito Toriba do Sul.

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  42. Elis Angela Cardoso31 de maio de 2012 às 21:02

    O assunto Transtornos Globais do Desenvolvimento é um pouco complexo. Devido a leitura apresentada, as crianças que apresentam TGD, necessitam de mais atenção, de acolhimento, precisam da confiança do professor para se sentirem seguras. Essas crianças devem ser mais observadas para que possamos ajuda-las e intervirmos em ações positivas e estimuladoras. É preciso também que a equipe escolar esteja unida, se “envolvam”.Precisamos nos aprofundar mais sobre o assunto, termos especialistas na área, cursos que nos instruam em como trabalhar com esse aluno, pois na teoria fica fácil saber os sintomas que a criança apresenta, mas e na prática? Como trabalharmos corretamente para que essa criança tenha um bom desenvolvimento?
    Elis Angela Cardoso
    E.M.E.I - ARCO- ÍRIS

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    1. Gostei de sua colocação Elis Angela, quando menciona que na teoria fica fácil e faz uma pergunta sobre a prática, pois é na prática que devemos agir de maneira correta para que os alunos se desenvolvam.
      Jovelina Laitz Barros
      EMEI"Arco-Íris"

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  43. Olá Henrique acho bastante plausível a participação da família para ajudar os professores na escola, em todos casos a presença da família na escola só agrega no ensino/aprendizagem de todos os alunos.
    Edinéia Aparecida Gomes Machado
    EMEI “Arco-Íris

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  44. Arianne de Paula Santos1 de junho de 2012 às 11:40

    Para que a escola consiga atender alunos com TGD é preciso ter recursos e orientações para um atendimento educacional especializado,e nós educadores temos que ter formação profissional para atender essa demanda.
    Portanto,temos que receber essas crianças com muito amor e carinho e trabalhar através disso a diversidade dentro da escola,fazendo assim um ambiente acolhedor para possível transformação na educação.

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  45. Andreia Isabel Cardoso1 de junho de 2012 às 17:31

    É preciso integrar o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento e não apenas incluí-lo na sala de aula. Pois para este fim, requer criar oportunidades e reconhecer cada aluno da escola como um potencial agente de contribuição na formação de valores, ensinamentos e formas diferenciadas de aprender. Aluno com TGD na sala de aula sugere reflexões e mudanças na arte de ensinar, sugere quebra de paradigmas e o papel da escola na construção da cidadania. Para recebê-los e ensiná-los, conceitos pré-concebidos são abandonados, dando espaço para novas formas de pensar a educação, e a pergunta passa a ser como fazer e não por que das experiências.

    Andreia Isabel Cardoso
    CEIM Itaberá

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  46. Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
    Os TGD englobam os diferentes transtornos do espectro autista, as psicoses infantis, a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Kanner e a Síndrome de Rett.
    Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais e, ao brincar, preferem ater-se a objetos no lugar de movimentarem-se junto das demais crianças. Ações repetitivas são bastante comuns.
    Os Transtornos Globais do Desenvolvimento também causam variações na atenção, na concentração e, eventualmente, na coordenação motora. Mudanças de humor sem causa aparente e acessos de agressividade são comuns em alguns casos. As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
    Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômenos conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões, isso tudo nos mostra que temos sempre tentar nos prepara para acolher as crianças com essa necessidade, pois nunca saberemos iremos agir e qual será a sua reação afinal.erica oliveiRA CEIM VILA DOM SILVIO

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  47. Acredito que Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), podem ser avaliados logo no inicio através da interação do educador com os pais, pois a família é capaz de descrever detalhes importantes a respeito da criança, apesar de muitas vezes não assimilar e não saber lidar com tal situação.
    Essa fase é muito importante na inclusão da criança, onde até mesmo a família aprende com a escola, num processo continuo de troca de conhecimento, é importante que o grupo escolar esteja totalmente comprometido e orientado uma vez que tal assunto é complexo e deve ser de conhecimento de todos os educadores, e demais profissionais da unidade escolar, a fim de enfrentar juntos possíveis conflitos de discriminação, cabe ao educador promover a socialização.


    Maria Francisca
    CEIM Itaberá

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  48. Quando nos deparamos com crianças que apresentam TGD ficamos estáticos, muitas vezes sem saber o que fazer, é neste momento que precisamos ter ao nosso lado profissionais preparados que nos auxiliem e ofereçam estratégias para favorecer um bom desenvolvimento com portadores de Transtornos Globais do Desenvolvimento.

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  49. Para reconhecer uma criança com TGD, se faz necessário uma preparação por parte dos profissionais da educação, para que se possa ajudar esta criança a progredir, se integrar com as demais, pois obtendo auxílio ao trabalho com portadores de Transtornos Globais do Desenvolvimento podemos obter grandes resultados.

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  50. Falar em Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) nos remete a necessidade de estudo,adequação e acima de tudo de reflexão .O professor precisa refletir muito sobre sua prática ,sobre como o aluno aprende e o que pode fazer para ajudá-lo no processo ensino –aprendizagem,deve ver o aluno como um todo,considerar suas capacidades e não somente suas dificuldades. Necessita ter cuidado para não rotular e, para que erros não ocorram a avaliação deve ser feita com auxilio de uma equipe ,de vários olhares e aspectos,principalmente porque hoje existem muitas síndromes e entre elas inúmeras características comuns .
    Marisa Cristiano Lima,EMEI “Arco-Íris”

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    1. Concordo plenamente com o seu comentario Marisa,principalmente no que diz respeito a avaliação com o auxilio da equipe para que não ocorra equívocos.

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  51. Adilson Oliveira da Cruz1 de junho de 2012 às 21:47

    Ao estudarmos sobre os transtornos globais do desenvolvimento(TGD)tivemos uma reflexão que não é fácil trabalhar com alunos que demonstram comportamento diferentes de outros.Devemos nos preparar e aprender a trabalhar com as diferenças .Este curso é de fundamental para a formação que necessitamos.Uma equipe preparada quando necessitamos de auxílo é de grande valia para exercer um trabalho de qualidade.

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  52. De acordo com as leituras feitas sobre o tema Transtornos Globais do Desenvolvimento, conclui se que trabalhar com as Condutas é bem complexo, entretando desafiador ,pois para nós professores é muito difícil trabalhar de uma maneira diferenciada, visto que um aluno que apresenta TGD tem suas particularidades e necessitam de atenção diversificada , nesse ambito precisamos dispor de muito conhecimento ,auxilio de profissionais especializados na área, de materiais, e principalmente de apoio da equipe escolar e da família.
    Sobretudo é necessário também que o professor tenha uma atitude amável, acolhedora e valorize o aluno como ser humano,para que a escola inclusiva aconteça de forma eficaz e produtiva.

    Elis Cardoso
    E.M.E.I ´´Arco-Iris``

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  53. Adilson Oliveira da Cruz1 de junho de 2012 às 21:59

    Concordo com você Elis ângela! Para trabalharmos com alunos de (TGD)precisamos de ter pessoas especializadas para nos dar apoio.Sozinhos não podemos ter grandes avanços ,mesmo quando temos conhecimento do assunto.Essas crianças precisam de cuidados especiais e para isso ter sempre pessoas dispostas á auxilia-las.

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  54. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento são distúrbios nas interações sociais recíprocas com padrões de comunicação estereotipados e repetitivos e estreitamento nos interesses e nas atividades e, geralmente se manifestam nos primeiros cinco anos de vida.Mas é muito importante ficar esclarecido que os pequenos com TGD sabem muitas coisas e algumas vezes até mais que os colegas. Colocando o foco no aprendizado e considerando cada criança em suas particulariedades e, não apenas procurar o que esta´errado com o aluno. O importante é verificar o que ele é capaz de aprender, pois pequenas atitudes são sempre indicios de progressos, mesmo que eles não aprendam todo o conteúdo que seria para a disciplina.

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  55. É Soraia você tem toda razão quando afirma que "...é muito importante ficar esclarecido que os pequenos com TGD sabem muitas coisas e algumas vezes até mais que os colegas. Colocando o foco no aprendizado e considerando cada criança em suas particulariedades e, não apenas procurar o que está errado com o aluno".É bem isso que se deve ter em mente para trilhar o caminho. Parabéns!

    Heloisa Barros - Coordenadora do CEIm Distrito de Toriba do Sul.

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